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-se

Há uma linha muito ténue que nos separa da “realidade” e que não deve separar, se-parar fica-se no mesmo lugar!

(foto 2014 - MJL)
(foto 2014 - MJL)

Quando algo na vida se torna um objetivo entra-se num túnel de foco único, perde-se tudo o resto, o contexto, o que vai estando pelo caminho, à nossa volta.


Fazer depender a nossa felicidade do ter com um qualquer fito, com os olhos no prémio, como se a felicidade fosse ter algo ou conseguir determinado objetivo.


Viver em frustração pode levar-nos a entrar noutro tipo de dependências como café, tabaco, bebidas alcoólicas, drogas legais ou não, como se isso nos fosse trazer o pretendido.


A probabilidade de chegar a um objetivo poderá ser pouca, depende se é passível de acontecer ou muito ambicioso, depende sempre de algo, e, se não acontece é extremamente frustrante, entra-se num sentimento de escassez, em stress prolongado, quer-se preencher a vida com “coisas” pois só se consegue ser feliz se: tiver algo, estiver com alguém, em determinado local, etc..


Podemos ser felizes a fazer o que quer que seja, o “objetivo” é uma mera consequência do caminho vivido em consciência, vive-se em abundância com tudo o que se passa a cada momento, observado com atenção plena, escuta ativa e em vibração genuína.

 

Tic-take “-se“


como sempre assino, MJL


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